RESPONSABILIDADE PARA COM O MEIO AMBIENTE

Todos nós já sabemos que desenvolvimento sustentado corresponde a satisfazer as necessidades presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades.

Também sabemos que meio ambiente corresponde ao lugar onde se vive, com suas características e condicionamentos e o conjunto de condições naturais e de influências que atuam sobre os organismos vivos e os seres humanos.

E daí? Conceitos são importantes! mas os reflexos de nossos atos não são mais importantes?

Sem dúvida nenhuma nossos atos são importantes, principalmente porque tudo que fazemos ou deixamos de fazer no dia a dia, sem atentar para a aplicação dos conceitos conhecidos referentes ao meio ambiente, tem reflexos ínfimos ou gigantescos no mundo de amanhã.

Quando fazemos algo contra o meio ambiente pensamos: é só e apenas uma garrafa de PET, não vai fazer mal nenhum! É, realmente, se só uma pessoa pensasse e agisse dessa forma até que poderíamos trabalhar para anular o ato falho, mas precisamos lembrar que só no estado de São Paulo somos mais de vinte milhões de pessoas e se somente 10% fizer esse ato falho, teremos “apenas” dois milhões de garrafas. Já pensou?

Não querendo ser mais um que vem lembrar que a desgraça é eminente, utilizo essas linhas para chamar a atenção de todos para o momento que passamos, ou melhor o momento de decisão necessária para mudar.

Mudar? Mudar o que? Acredito que todos nós temos que mudar, começando por parar e pensar no que faço de certo e de errado, nas minhas atitudes, nos meus conceitos, nos paradigmas, no que acredito, mas sem falsos sentimentos apenas verificando o que há de novo e de verdadeiro para que efetivamente ocorra a mudança.

Não é simplesmente mudar por mudar, não é aderir para se mostrar moderno e atual, não é para abandonar práticas corretas e adequadas, não é para transformar a necessidade de assumir uma responsabilidade para com a coletividade em uma cruzada sem trégua.

É muito mais que isso, é assumir a sua parte e essa parte tem que ser repartida com outros, tem que haver união, integração, engajamento, participação, contribuição e responsabilidade para com o meio ambiente.

Devemos nos preocupar em construir alternativas de soluções para, ao longo do tempo, transformar um presente comprometido com um passado de abusos em um presente que procura se adequar para proporcionar um futuro, no mínimo igual ao presente sem comprometimento do meio ambiente.

Como começar essa revolução de comportamento? Primeiro é dentro de nós e quando essa mudança estiver ativa ou seja, mudamos porque era a nossa vontade, podemos conversar com nossos filhos e cônjuge.

Daí partimos para a mudança no nosso meio social, a família, a vizinhança, o clube, o serviço.

Mais adiante, mudamos a rua, o bairro, a cidade, o estado, o país e o mundo. Para isso precisamos estar conscientes da nossa vontade e da nossa verdade, abertos a novas mudanças num constante troca com todos.

Mudar é importante, mas o mais importante é saber porque e para quê. Não podemos ter medo das mudanças porque se for correta ela significa evolução e só o ser humano tem condições e precisa evoluir.

E agora? O que você vai fazer? Como você vai participar? como você vai mudar?

Cada um de nós tem essa resposta dentro de si. Descubra a sua e seja feliz, compartilhe, ajude e escute todos. Faça a sua parte e ajude os outros a fazerem a deles.

E, usando a nossa marca registrada, confiamos na certeza que o meio ambiente e as gerações futuras serão eternamente gratas às pessoas que na simplicidade do ato, contribuíram de maneira efetiva para a preservação e o desenvolvimento sustentado.

 
José de Castro Marcondes Junior
 
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